Hiperatividade: fique atento aos sinais

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Hiperatividade: fique atento aos sinais


Certo grau de falta de atenção e “agitação” ocorre normalmente entre as pessoas, entretanto, quando tal desatenção e hiperatividade interferem na funcionalidade relacional do indivíduo, na escola, no trabalho, podemos estar lidando com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade.

Esta doença aparece em cerca de 3 a 5% das crianças em idade escolar (5 a 10 anos), e sua manifestação é de 4 a 9 vezes mais comum no sexo masculino/

O problema se evidencia, mais comumente, quando a criança ingressa na escola, pois seu ajustamento social e escolar fica seriamente prejudicado pela doença

A característica geral; e que a pessoa é muito, mas muito distraída, e excessivamente agitada, bem além do comum, e isto causa problemas de ajustamento e produtividade.

Atente para alguns dos sinais da hiperatividade:

  • Frequência de esquecimento nas atividades diárias
  • Fácil distração por qualquer estímulo
  • Perda frequente de objetos
  • Resistência em executar tarefas que exijam esforço mental prolongado (tarefas escolares, deveres de casa, etc.)
  • Dificuldade em organizar-se em tarefas e/ou deveres
  • Não conclusão de tarefas (deveres inacabados, tarefas domésticas incompletas, deveres profissionais inconclusos)
  • Dificuldade em focar-se em detalhes, comete erros por descuido
  • Fala em exagero
  • Frequentemente hiper-excitada (o)
  • Dificuldade para calar-se ou brincar/trabalhar em silêncio
  • Constante agitação das mãos/pés
  • Dificuldade de ficar parado
  • Responde precipitadamente a perguntas
  • Dificuldade de aguardar a própria vez de falar ou fazer algo
  • Intromissão em assuntos/brincadeiras dos outros

O diagnóstico e tratamento da doença são importantíssimos para que a criança ou adolescente/adulto possa mostrar seu verdadeiro valor e potencial na vida, pois os sintomas deste transtorno inviabilizam a autorrealização e a produtividade.

O diagnóstico pode ser feito pelo pediatra, psiquiatra ou por psicólogo.

O tratamento envolve o uso de medicação e psicoterapia.

 


Por Chirley Sato – Psicóloga


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