Por que o reforço escolar é essencial?

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Por que o reforço escolar é essencial?

Muitas vezes visto como um mero complemento, o reforço escolar é muito mais do que isso: é uma etapa fundamental no aprendizado de todo estudante. Mas, principalmente para aqueles que não conseguem acompanhar o ritmo de uma turma na apropriação dos conteúdos, ficando para trás em relação aos seus colegas e com um desempenho abaixo do apresentado por eles.

Quando isso acontece, por mais eficiente que seja a didática de um professor ou o seu empenho em sala de aula para que todos aprendam da mesma forma, é somente com atenção individual e planos de estudo específicos que esse aluno será capaz de se equiparar à turma. Para isso, o reforço pode ser providenciado pelos pais, ao contratarem professores particulares; ou pelas escolas, que também podem providenciar aulas extras voltadas para grupos menores.

Para muitas crianças e adolescentes, falar em aulas de reforço pode parecer um terror. Só de pensar em ter que passar mais tempo em sala tendo que aprender determinado conteúdo parece pouco interessante, sobretudo de uma matéria que não gosta muito. Esse pensamento, porém, precisa ser mudado para que os objetivos desse método sejam realmente alcançados.

Por isso, a meta preliminar de todo gestor escolar, professor e pai que quer ver o filho/aluno com o desenvolvimento aprimorado e com boas notas é acabar com a crença de que o reforço escolar é chato, cansativo e maçante. Nesse caso, as metodologias e as abordagens precisam ser alteradas para não caírem na monotonia e levarem à baixa aceitação.

Mas, na prática, o que seria esse tal de reforço escolar? Bom, na essência e de acordo com propostas do Ministério da Educação, trata-se de um tempo de aula além do ensino regular.

Pode ocorrer em determinados dias da semana e em horários variados, geralmente por uma hora, ministrando uma disciplina que ainda gera muitas dúvidas e os alunos têm mais dificuldade, como a matemática, por exemplo. Em muitos casos, apenas as aulas tradicionais não são suficientes, logo, é necessário um reforço direcionando, sanando questões específicas e problemáticas convencionais.

Vale deixar claro que a defasagem na assimilação do conteúdo, como é tratada por muitos especialistas, é o que mais contribui para a necessidade das aulas particulares e adaptadas fora da metodologia convencional. As pessoas são diferentes, vêm de ambientes distintos e não têm as mesmas oportunidades, logo, é natural que um indivíduo passe por dificuldades em determinada matéria que é facilmente dominada por outro. Isso é comum para jovens das mais diversas condições.

Sendo assim, o papel do professor – com apoio da coordenação escolar – é saber identificar esses impedimentos e ajudar os alunos nessa situação a incrementar seu conhecimento na hora do reforço, tendo contato com um ambiente mais livre e interessante para que se sintam à vontade em aprender, e não pressionados. Um educador de excelência precisa, antes de tudo, entender que o aluno precisa ser instigado sempre, contando com metodologias que realmente prendam sua atenção.

Não à toa que a proposta de muitas aulas de reforço é a formação de grupos específicos em que todos têm praticamente as mesmas questões e dúvidas.

Aprender matemática, por exemplo, é a meta de muitos jovens que, desde a educação infantil, não conseguem compreender as complicações de tantas fórmulas. Logo, uma sala específica para aplicação dessa matéria pode ser muito proveitosa, já que todos têm a necessidade de entendê-la para se dar bem nas provas, trabalhos e similares. É baseado nisso que muitas escolas segmentam a aula de reforço para que seja mais estimulante.

Mas, por outro lado, de nada adianta se o educador não está preparado para lidar com uma sala que está cheia de dúvidas para serem esclarecidas. É por isso que o reforço escolar é um desafio para muitos professores, logo, se preparar é uma opção primordial.

 

Quais são os benefícios?

Ao lidar com uma turma e a tarefa de ensinar muitos estudantes ao mesmo tempo, é praticamente impossível para um professor individualizar suas lições, ou seja, trabalhar com um aluno de cada vez. Consequentemente, as múltiplas personalidades, suas forças e fraquezas são desconsideradas no processo.

Se considerarmos a primeira variável, há alunos com dificuldade de organização e também os mais introspectivos, que mesmo diante de dificuldades, podem se silenciar por vergonha e esconder que não entenderam algo e que precisam de ajuda.

Já considerando os outros aspectos e as diferentes formas de aprendizagem, há pessoas que tiram melhor proveito de leituras e conteúdos visuais, enquanto outras aprendem melhor em contato com conteúdos transmitidos oralmente. Assim como há os que se identificam mais com cálculos e lógica, e há outros que não. Logo, mapear essas aptidões e desenvolver estratégias conectadas à elas, além de planos de estudo sob medida para cada aluno, torna-se uma tarefa muito mais fácil por meio do reforço.

 

Como identificar a necessidade?

Além da queda no desempenho medido pelas notas em exames, os professores também devem ficar atentos ao comportamento dos estudantes em sala de aula e fora dela. Veja alguns indícios que podem ajudar a identificar a necessidade de reforço:

  • perda de interesse pelas aulas;
  • desorganização e não cumprimento de prazos e tarefas;
  • esquecimento frequente de materiais;
  • necessidade de chamar a atenção;
  • falta de confiança e baixa autoestima.

Vale destacar também que nem sempre o motivo pela piora do desempenho escolar se deve à dificuldade de absorver o conteúdo. Afinal, aqueles que possuem aptidões acima da média podem se frustrar da mesma forma diante de aulas que não os desafiem, por exemplo, perdendo o interesse.


Fonte: Blog QMágico

 


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