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50 perguntas que irão libertar sua mente (um ótimo questionário para reflexão)


Muitas vezes, basta uma reflexão, para encontrarmos aquelas respostas que caminham conosco, mas pouco se apresentam.

Estas 50 perguntas não têm resposta certa ou errada, mas o objetivo de fazer com que você questione os seus dias.

1. Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos você tem?

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2. O que é pior, falhar ou nunca tentar?

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3. Se sabemos que a vida é finita e curta, por que acabamos fazendo tantas coisas que não gostamos e gostamos de tantas coisas que não fazemos?

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4. Quando todas as coisas já estão ditas e feitas, será que você disse mais do que fez?

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5. De que forma você gostaria de mudar o mundo?

“Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam” – Jack Kerouac

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6. Se a felicidade fosse a moeda nacional, qual seria o trabalho que te tornaria rico?

 

 

7. Você está fazendo aquilo em que acredita, ou você se conforma com o que está fazendo?

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8. Se a expectativa média de vida humana fosse de 40 anos, você estaria vivendo sua vida de outra maneira?

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9. Até que ponto você realmente controlou o sentido da sua vida?

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10. Você está mais preocupado em fazer as coisas direito ou só quer fazer as coisas certas?

 

 

11. Você está em um jantar com quatro pessoas que admira muito, mas todos começam a criticar um amigo íntimo seu não sabendo que é seu amigo. A crítica é injustificada e de mau gosto. O que você faz?

 

 

12. Se você pudesse dar a uma criança só um conselho, qual seria?

 

 

13. Você quebraria a lei para salvar alguém que ama?

 

 

14. Você já viu insanidade onde acabou percebendo criatividade?

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15. Pense em algo que você sabe que faria diferente da maioria das pessoas? Acha loucura?

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16. Como você explicaria o fato de que aquilo que te faz feliz, muito provavelmente não faz todas as pessoas felizes? A felicidade não tem receita.

 

17. O que está prendendo você de fazer aquilo que realmente quer?

 

 

18. Você está se apegando a algo que precisa deixar de ir?

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19. Se você tivesse que se mudar agora para um estado ou país muito diferente do que você vive no momento, você iria? Conseguiria abandonar tudo?

 

 

20. Você acha que as coisas são como são ou aperta o botão do elevador mais de uma vez, acreditando que isso fará o elevador chegar mais rápido? Você insiste naquilo que acredita ou permite que a aceitação domine você?

 

 

21. Hemingway afirmou que felicidade em pessoas inteligentes é coisa mais rara que ele já viu. Mas então,você prefere ser um gênio triste ou uma pessoa simples e alegre?

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22. Por que você está onde está?

 

 

23. Você gostaria de conhecer alguém como você? Gostaria de ter a sua própria amizade?

 

 

24. O que é pior, quando um bom amigo se afasta, ou perder o contato com um bom amigo que mora bem perto de você?

 

 

25. Qual é a coisa pela qual você é extremamente grato? Há algo que você possa dizer que é maravilhoso em sua vida?

 

 

26. Perder todas suas velhas memórias ou nunca ser capaz de fazer novas?

 

27. É possível conhecer a verdade sem desafiá-la primeiro?

 

28. Seu maior medo, em algum momento, se tornou realidade?

 

29. O que te chateava há 5 anos atrás, ainda te chateia?

 

30. Qual é a sua memória mais feliz infância? O que a torna tão especial?

 

31. Em que momento no últimos tempos você se sentiu mais apaixonado e vivo?

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32. Esse não é o momento, mas então quando?

 

33. Caso você não tenha conseguido ainda, o que você tem a perder?

 

34. Alguma vez você já esteve com alguém , não comentou, mas sentiu que tinha tido a melhor conversa da sua vida?

 

35. O que a religião representa na sua vida?

 

36. É possível distinguir, sem sombra de dúvida, o que é bom e o que é mau?

 

37. Se você ganhasse na loteria, sairá do seu trabalho atual ou está fazendo aquilo que gosta?

 

38. Você prefere ter menos trabalho para fazer, ou mais trabalho que você realmente gosta de fazer?

 

39. Você sente como todos seus dias fossem iguais?

 

40. Quando foi a última vez que você seguiu um caminho apenas com o brilho suave de uma ideia em que você acreditava fortemente?

 

41. Se você soubesse que todos que você conhece morreriam amanhã, quem você visitaria hoje?

 

42. Você estaria disposto a reduzir sua expectativa de vida em  10 anos somente para se tornar extremamente atraente ou famoso?

 

43. Você conhece a diferença entre estar vivo e realmente viver?

 

44. Quando é o momento de parar de calcular riscos e recompensas, e ir em busca daquilo que se quer?

 

45. Se aprendemos com os nossos erros, por que estamos sempre com medo de cometer um erro?

 

46. O que você faria de forma diferente se soubesse que ninguém iria julgá-lo?

 

47. Quando foi a última vez que você prestou atenção na sua própria respiração?

 

48. O que você ama? Algum de suas ações recentes expressou abertamente esse amor?

 

49. Em 5 anos a partir de agora, você vai se lembrar o que você fez ontem? E sobre o dia antes disso? Ou no dia anterior? Os seus dias são marcantes?

 

50. As decisões estão sendo feitas agora. A pergunta é: Você está as tomando por si  ou você está deixando que os outros as tomem por você?

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(Autora: Isadora Tabordes) - (Fonte: www.equilibrioemvida.com)

Como a musicoterapia melhora a saúde dos idosos

A musicoterapia é uma técnica de tratamento que utiliza a música associada a várias atividades para tratar várias alterações da saúde, pois melhora o humor, aumenta a autoestima, estimula o cérebro e até melhora a expressão corporal. Conheça todos os benefícios desta técnica.

Dessa forma, a musicoterapia pode ser usada por idosos para facilitar algumas das mudanças psicológicas que ocorrem com a idade, assim como prevenir problemas cardiovasculares como pressão alta ou insuficiência cardíaca, por exemplo.

Nesta técnica, os idosos são encorajados a participar em diferentes tipos de atividades que envolvam música, como cantar, brincar, improvisar e criar, mas que ao mesmo tempo incluem tempo para discutir problemas e preocupações.

 

Principais benefícios no envelhecimento

A musicoterapia associada ao processo de envelhecimento pode ter vários benefícios como:

  • Restabelecimento do ritmo da marcha: o uso de músicas com os ritmos marcados auxilia idosos com dificuldade de se locomover e equilibrar;
  • Estimulação da fala: o canto proporciona uma melhora nos problemas de dicção e oratória;
  • Aumento da criatividade: a criação de novas músicas aumenta a criatividade e estimula todas as capacidades cognitivas;
  • Aumento de força e consciência corporal: o ritmo da música estimula movimentos corporais e tonifica a musculatura;
  • Diminuição dos sintomas de depressão: o convívio social utilizado na musicoterapia diminui o isolamento, além de ser uma forma de expressar as emoções;
  • Redução os níveis de estresse: a interação e os momentos de boa disposição servem como forma de descarregar o estresse, evitando o aumento da pressão arterial e frequência cardíaca.

Idosos que praticam atividades de musicoterapia diariamente se afastam da solidão, se sentem mais apoiados, felizes e com uma ótima qualidade de vida.

 

Exemplo de exercício de musicoterapia

Um bom exemplo de exercício de musicoterapia consiste em:

  1. Escrever uma pergunta, como “Fale como está se sentindo hoje” e colocar dentro de um balão de aniversário;
  2. Sentar as pessoas em forma de círculo;
  3. Encher o balão e passar de mão em mão;
  4. Cantar uma música enquanto o balão passa por cada pessoa;
  5. No final da música, a pessoa que estiver com o balão na mão deve rebentá-lo e ler a pergunta e responder.

Esta atividade ajuda a compartilhar as preocupações que surgem naturalmente com a idade, evitando o desenvolvimento de problemas psicológicos como depressão. Além disso, a compartilha de experiências e preocupações permite evitar o desenvolvimento de ansiedade, ajudando a controlar a pressão arterial e a frequência cardíaca.

 


Fonte: Tua Saúde

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Descubra 6 vantagens do reforço escolar

Embora nosso sistema escolar tenha metas globais a serem atingidas, as instituições devem sempre lembrar de que cada indivíduo tem uma personalidade. Partindo dessa premissa, é possível destacar uma série de benefícios que o reforço escolar pode oferecer quando falamos em educação de qualidade para os alunos.

No sentido de oferecer maior suporte para os estudantes, sanando suas dificuldades e possibilitando o avanço nos resultados estudantis de maneira leve, o reforço escolar pode apresentar incontáveis vantagens para a melhoria do processo de aprendizagem dos alunos.

Neste post, separamos 6 vantagens do reforço escolar que você precisa conhecer. Fique com a gente e descubra agora mesmo!

 

1. Oferecer diferentes métodos de aprendizado

O reforço escolar se mostra como a oportunidade dos alunos estudarem a partir de métodos diferentes dos adotados costumeiramente.

Participando de um grupo menor, tendo maior atenção do professor, os estudantes poderão descobrir quais formas de estudo melhor se aplicam a eles, seja fazendo resumos, praticando exercícios ou lendo em voz alta.

Com a orientação do professor, ele vai identificar mais facilmente qual método melhor se encaixa no seu processo de aprendizado.

 

2. Promover o desenvolvimento da autoconfiança intelectual

Com o reforço escolar, muitas dificuldades são eliminadas e assim, os alunos desenvolvem maior autoconfiança. Com a chegada dos resultados positivos, as barreiras se tornam menos ameaçadoras e os estudantes se sentem mais aptos para superar quaisquer desafios.

 

3. Motivar os alunos a atingirem o máximo do seu potencial

Os educandos participantes do reforço escolar demonstram muitos avanços durante a aprendizagem. Muito disso se deve ao fato de poderem contar com a atenção total do professor. Isso faz toda a diferença no desenvolvimento intelectual do aluno.

 

4. Permitir que os alunos aprendam de acordo com seu próprio ritmo

Uma vez que assumimos a premissa de que nenhum indivíduo é idêntico a outro, também devemos assumir o mesmo sobre o ritmo de aprendizado de cada estudante.

Algumas turmas de alunos demonstram certas defasagens nos processos de desenvolvimento intelectual: alguns alunos têm maior habilidade para aprender inglês e gramática, enquanto outros apresentam maior facilidade com matemática e ciências, por exemplo.

Para suprir tais desníveis, o reforço escolar pode ser um grande aliado. O tratamento individualizado pode atender com maior atenção às necessidades específicas dos estudantes.

 

5. Possibilitar que os alunos aprendam dentro de um método de ensino ideal

Uma das principais vantagens oferecidas pelo reforço escolar é que ele promove o respeito das diferenças. Por exemplo, vejamos uma criança com déficit de atenção: ela precisará de mais cuidado e de uma abordagem mais próxima dos professores.

Assim, ela poderá aprender dentro de um método de ensino que seja cabível e adequado para as suas necessidades.

 

6. Oferecer aulas mais leves e divertidas durante o reforço escolar

Para estudantes mais novos, uma aula de reforço escolar pode ser mais produtiva e até mesmo divertida. Como há poucos alunos na sala, a atenção aumenta e a bagunça diminui. Isso possibilita que o professor crie um espaço de aprendizado mais saudável, leve e que gere mais rendimento para os estudantes.

Gostou de conhecer algumas das vantagens de se oferecer reforço escolar? Gostaria de contar como foi sua experiência aplicando algumas das nossas sugestões? Deixe seu comentário!

 


Fonte: Portabilis

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Quando a boca cala, o corpo fala


Às vezes as pessoas não encontram as palavras para expressar a dor que sentem, e então o corpo entra em cena e reage.

Não sabemos nomear com exatidão o que acontece conosco para que as pessoas em volta nos entendam. Essa incapacidade de fazer coincidir as nossas palavras com as emoções que sentimos é conhecida no campo da psicologia como alexitimia.

Habitualmente, essa incapacidade tem sua origem em um sistema de comunicação familiar ineficiente ou deficitário. Muitas das doenças do tipo psicossomático atuais nos dão boas pistas sobre as necessidades não atendidas da população: necessidades de escuta, empatia e carinho.
Somatizar significa transformar uma dor emocional em outra física. Talvez por uma incapacidade de expressar corretamente a dor emocional. Uma incapacidade que deve ser entendida e tratada como a origem de um problema que cumpre uma função: a de comunicar com o corpo o que nossa mente quer expressar, mas nossa voz e nossas palavras não são capazes de reproduzir.

Origem psicológica, sintomas físicos reais em nosso corpo

O fato dos transtornos psiquiátricos terem uma origem psicológica não quer dizer que não se manifestem em sintomas físicos reais. Sintomas que doem, incomodam e que definitivamente interferem na vida de uma pessoa e no desenvolvimento satisfatório dessa.

Não é de se estranhar que em transtornos de humor, como a depressão, se observem estados vegetativos, uma mudança no padrão habitual de sono e muitas queixas somáticas: essa é a somatização da tristeza.

 Há muitos tipos de depressão, algumas se caracterizam por um paciente que adota uma atitude agressiva, e outras por um paciente que adota uma atitude passiva. Em ambas, não há comunicação do que se sente, pelo menos não uma comunicação adequada. E então essa sensação se transforma em um mal-estar psicológico e físico.

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O preço de ser forte a todo momento: somatizar

Quando não nos comunicamos, implicitamente assumimos que não seremos escutados, que não contamos com as estratégias sociais para nos fazermos entender, ou que seremos diretamente atacados. Em um mundo no qual nos dizem que ser forte é a qualidade mais preciosa que se pode ter, ninguém quer ir na direção contrária.

 Muitas das pessoas que não expressam seu mal-estar o fazem porque não encontram as palavras para isso, ou simplesmente alguém os ensinou ao longo de sua educação que ficarão expostos se se expressarem demais. Não culpemos disso só os pais ou professores, mas sim toda a sociedade. Nos ensinam todo tipo de assuntos, mas o assunto de conhecer-se emocionalmente costuma ficar de fora.

De repente, um dia nos sentimos paralisados. Perguntamos a nós mesmos de onde vem tanta dor, e por que o corpo não dá motivos claros que nos expliquem. Os motivos estão na mente, mas estão anestesiados.

O resultado dessa ideia é bastante evidente: evitamos expressar como nos sentimos, e quando queremos nos dar conta, já não sabemos o porquê de nos sentirmos mal. Temos uma amnésia retrógrada que nos impede de poder chegar à verdadeira raiz do problema, de entender por que dói tanto e de onde surgiu toda essa dor.

O tratamento dos pacientes que somatizam pelos profissionais de saúde

A atenção integral da pessoa que vai a uma consulta com um transtorno de somatização é bastante deficitária em alguns casos. Essas pessoas precisam de uma atenção médica e psicológica.

Em  alguns casos são acusadas de histriônicas, ou seja, manipuladoras e exageradas, quando na verdade não tem nada a ver com isso. Diferentemente das pessoas hipocondríacas, aqui a pessoa não está convencida que tem uma doença, apenas não sabe o que é que está ocorrendo.

Talvez sim, talvez seja certo que tenham um sistema amplificador dos sintomas e um foco muito centrado em si mesmos. Por exemplo, uma pessoa com alto grau de neurose pode apresentar esse padrão de busca e comprovação excessiva de sintomas.

 Portanto, essa pessoa talvez esteja mais centrada em seus sintomas, e por isso o jeito ansioso dela está tomando lugar. Mas os sintomas mesmo assim estão aí, são reais: dores de cabeça, mal estar gastrointestinal, fadiga crônica persistente, etc.

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O paciente deve ser atendido de forma integral, tendo em conta as características psicológicas que podem estar influenciando os seus sintomas físicos, e avaliar também como seus sintomas físicos pioram o quadro psicológico.

Em muitos casos, quando uma doença somática não é tratada corretamente, se torna crônica e pode ocorrer uma consequência lógica e terrível para a pessoa que padece: a doença, já em sua forma crônica, faz com que a pessoa evite toda atividade social ou que altere sua rotina, acreditando que evita assim o mal-estar e que seus sintomas estarão mais controlados em sua rotina diária. Pouco a pouco, a pessoa vai deixar de lado sua vida por causa de seus sintomas.

As doenças psicossomáticas são reais e precisam de tratamento específico e ajustado às características de cada paciente. Uma vez descartadas as patologias orgânicas, os profissionais devem conseguir entender o que o corpo está querendo dizer, porque a boca cala sem dar a razão explicita a nenhuma causa específica.

 


Fonte: A Mente é Maravilhosa


		

Atraso no desenvolvimento da fala: quando se preocupar


Quando os pais devem começar a se precoupar com o atraso no desenvolvimento da fala do seu filho? Leia neste artigo.

O bebê começa a se comunicar com os pais desde os primeiros dias de vida. Embora não fale, ele chora, dispara olhares ou gritinhos, sorri… Até que, por volta de 1 ano de idade, as tão esperadas primeiras palavras aparecem.

Que pai não se enche de alegria ao ouvir aquele “mamá” ou “papá”?! É partir das primeiras palavras que o desenvolvimento da fala ganha amplitude. Mais emissões vão surgindo, suas combinações ficam cada vez mais frequentes e novos sons continuam aparecendo até que, lá pelos 2 anos, as pequenas frases são produzidas.

Mas e quando isso não ocorre? Será que realmente a fala irá surgir com o tempo? Será que a criança, ao frequentar a pré-escola, vai mesmo vencer essa barreira?

Para uma parte dos pequenos, sim: variações ocorrem naturalmente. Mas é preciso ficar atento, porque não atingir os marcos esperados do desenvolvimento da fala pode indicar alguma encrenca.

Dentre as possíveis causas desse atraso no desenvolvimento da fala, estão a dificuldade de audição ou falta de estímulos adequados – e aqui estão incluídas as crianças que ficam muito tempo ligadas nos eletrônicos. O quadro também está associado a limitações cognitivas e autismo. Ainda, pode ser um indicador de transtorno no desenvolvimento da linguagem, conhecido por distúrbio específico de linguagem (DEL).

E pode ser que a criança não esteja conseguindo planejar e/ou programar adequadamente os movimentos para a produção da fala. Vamos dar um passo atrás: uma criança precisa de coordenação motora para sincronizar a movimentação de diversas estruturas (boca, língua, pregas vocais…) e, assim, emitir uma frase. É um processo altamente complexo e refinado.

Acontece que, às vezes, isso é particularmente difícil ao pequeno: trata-se de uma condição chamada de apraxia de fala. Mas o que é isso?

Segundo a Associação Americana de Fonoaudiologia (ASHA), a apraxia de fala na infância é um distúrbio neurológico motor que afeta a produção dos sons da fala, resultante de um déficit na capacidade em planejar e/ou programar a sequência de movimentos articulatórios, o que resulta em erros de produção de fala e alteração de prosódia. Por motivos ainda desconhecidos, sabemos que regiões do cérebro não enviam adequadamente os comandos para os músculos movimentarem os articuladores, como mandíbula, lábios, língua, véu palatino (céu da boca) etc.

O diagnóstico é clínico e deve ser realizado por um fonoaudiólogo com conhecimento sobre o assunto. Até pouco tempo atrás, ele era incomum aqui no Brasil, mas, graças ao trabalho da Associação Brasileira de Apraxia de Fala de conscientizar e formar profissionais para atuarem nesta área, essa realidade felizmente vem mudando.

A dificuldade no planejamento motor presente nos quadros de apraxia pode se manifestar especificamente na produção da fala, ou afetar mais áreas do desenvolvimento, como coordenação motora fina e até mesmo as habilidades mais amplas, como andar. Sim, várias dessas crianças são descritas como desajeitadas e estabanadas.

Em relação à fala, a criança com apraxia tem a intenção de se comunicar, mas os pais percebem que o ato em si é difícil para ela. São crianças que compreendem bem, mas que, por exemplo, comunicam-se apenas com as vogais (não conseguem produzir as consoantes: por exemplo: “aião” para avião). Ou falam sílabas isoladas (podem, por exemplo, emitir a sílaba “pa” na palavra “papai”, porém essa sílaba não é utilizada em outras palavras).

 

desenvolvimento da falaSeu filho pequeno ainda não consegue se expressar direito? É bom ficar atento. (Foto: Eduardo Svezia/SAÚDE é Vital)


Outra característica observada é a presença de alteração prosódica: os pequenos parecem ter um sotaque ou uma fala truncada, muito acelerada ou lentificada, com pausas inadequadas. Tudo isso faz com que os próprios pais sofram para compreendê-las.

Crianças com apraxia também podem ter dificuldades sensoriais. Elas às vezes se incomodam com etiquetas das roupas, ou em lavar o cabelo, segurar massinhas, pisar na areia e por aí vai. Algumas choram para escovar os dentes e se recusam a comer alimentos com certas consistências ou texturas. Nesses casos, o acompanhamento com uma terapeuta ocupacional especializada em integração sensorial é importante.

A apraxia pode estar presente em outros quadros. Entre eles: transtorno do espectro autista, síndrome de Down, síndrome do X-Frágil…

Existem diferentes graus de severidade, desde casos mais leves (com plena reabilitação), até os mais severos, onde as dificuldades poderão persistir na idade adulta. Como em outras condições, o diagnóstico precoce e o tratamento planejado e direcionado certamente ajuda a criança a progredir nas suas habilidades de fala e comunicação. O apoio da família e o da escola é essencial.

Na dúvida, a recomendação é sempre procurar um fonoaudiólogo com experiência na área de linguagem infantil para uma avaliação. O ato de “o esperar pela fala” pode significar uma perda de tempo precioso de intervenção.

 


Fonte:  Blog Revista Saúde,Por Dra. Elisabete Giusti (fonoaudióloga infantil)


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Por que o reforço escolar é essencial?

Muitas vezes visto como um mero complemento, o reforço escolar é muito mais do que isso: é uma etapa fundamental no aprendizado de todo estudante. Mas, principalmente para aqueles que não conseguem acompanhar o ritmo de uma turma na apropriação dos conteúdos, ficando para trás em relação aos seus colegas e com um desempenho abaixo do apresentado por eles.

Quando isso acontece, por mais eficiente que seja a didática de um professor ou o seu empenho em sala de aula para que todos aprendam da mesma forma, é somente com atenção individual e planos de estudo específicos que esse aluno será capaz de se equiparar à turma. Para isso, o reforço pode ser providenciado pelos pais, ao contratarem professores particulares; ou pelas escolas, que também podem providenciar aulas extras voltadas para grupos menores.

Para muitas crianças e adolescentes, falar em aulas de reforço pode parecer um terror. Só de pensar em ter que passar mais tempo em sala tendo que aprender determinado conteúdo parece pouco interessante, sobretudo de uma matéria que não gosta muito. Esse pensamento, porém, precisa ser mudado para que os objetivos desse método sejam realmente alcançados.

Por isso, a meta preliminar de todo gestor escolar, professor e pai que quer ver o filho/aluno com o desenvolvimento aprimorado e com boas notas é acabar com a crença de que o reforço escolar é chato, cansativo e maçante. Nesse caso, as metodologias e as abordagens precisam ser alteradas para não caírem na monotonia e levarem à baixa aceitação.

Mas, na prática, o que seria esse tal de reforço escolar? Bom, na essência e de acordo com propostas do Ministério da Educação, trata-se de um tempo de aula além do ensino regular.

Pode ocorrer em determinados dias da semana e em horários variados, geralmente por uma hora, ministrando uma disciplina que ainda gera muitas dúvidas e os alunos têm mais dificuldade, como a matemática, por exemplo. Em muitos casos, apenas as aulas tradicionais não são suficientes, logo, é necessário um reforço direcionando, sanando questões específicas e problemáticas convencionais.

Vale deixar claro que a defasagem na assimilação do conteúdo, como é tratada por muitos especialistas, é o que mais contribui para a necessidade das aulas particulares e adaptadas fora da metodologia convencional. As pessoas são diferentes, vêm de ambientes distintos e não têm as mesmas oportunidades, logo, é natural que um indivíduo passe por dificuldades em determinada matéria que é facilmente dominada por outro. Isso é comum para jovens das mais diversas condições.

Sendo assim, o papel do professor – com apoio da coordenação escolar – é saber identificar esses impedimentos e ajudar os alunos nessa situação a incrementar seu conhecimento na hora do reforço, tendo contato com um ambiente mais livre e interessante para que se sintam à vontade em aprender, e não pressionados. Um educador de excelência precisa, antes de tudo, entender que o aluno precisa ser instigado sempre, contando com metodologias que realmente prendam sua atenção.

Não à toa que a proposta de muitas aulas de reforço é a formação de grupos específicos em que todos têm praticamente as mesmas questões e dúvidas.

Aprender matemática, por exemplo, é a meta de muitos jovens que, desde a educação infantil, não conseguem compreender as complicações de tantas fórmulas. Logo, uma sala específica para aplicação dessa matéria pode ser muito proveitosa, já que todos têm a necessidade de entendê-la para se dar bem nas provas, trabalhos e similares. É baseado nisso que muitas escolas segmentam a aula de reforço para que seja mais estimulante.

Mas, por outro lado, de nada adianta se o educador não está preparado para lidar com uma sala que está cheia de dúvidas para serem esclarecidas. É por isso que o reforço escolar é um desafio para muitos professores, logo, se preparar é uma opção primordial.

 

Quais são os benefícios?

Ao lidar com uma turma e a tarefa de ensinar muitos estudantes ao mesmo tempo, é praticamente impossível para um professor individualizar suas lições, ou seja, trabalhar com um aluno de cada vez. Consequentemente, as múltiplas personalidades, suas forças e fraquezas são desconsideradas no processo.

Se considerarmos a primeira variável, há alunos com dificuldade de organização e também os mais introspectivos, que mesmo diante de dificuldades, podem se silenciar por vergonha e esconder que não entenderam algo e que precisam de ajuda.

Já considerando os outros aspectos e as diferentes formas de aprendizagem, há pessoas que tiram melhor proveito de leituras e conteúdos visuais, enquanto outras aprendem melhor em contato com conteúdos transmitidos oralmente. Assim como há os que se identificam mais com cálculos e lógica, e há outros que não. Logo, mapear essas aptidões e desenvolver estratégias conectadas à elas, além de planos de estudo sob medida para cada aluno, torna-se uma tarefa muito mais fácil por meio do reforço.

 

Como identificar a necessidade?

Além da queda no desempenho medido pelas notas em exames, os professores também devem ficar atentos ao comportamento dos estudantes em sala de aula e fora dela. Veja alguns indícios que podem ajudar a identificar a necessidade de reforço:

  • perda de interesse pelas aulas;
  • desorganização e não cumprimento de prazos e tarefas;
  • esquecimento frequente de materiais;
  • necessidade de chamar a atenção;
  • falta de confiança e baixa autoestima.

Vale destacar também que nem sempre o motivo pela piora do desempenho escolar se deve à dificuldade de absorver o conteúdo. Afinal, aqueles que possuem aptidões acima da média podem se frustrar da mesma forma diante de aulas que não os desafiem, por exemplo, perdendo o interesse.


Fonte: Blog QMágico

 


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